CTRPE – Central de Tratamento de Resíduos LTDA

Aterros

Os Aterros

Nas instalações dos aterros são utilizados sempre material de alta qualidade e resistência, e uma equipe multidisciplinar composta por técnicos, químicos e engenheiros realizam o monitoramento constante do aterro, desde a aplicação do material de impermeabilização até a execução do serviço proporcionando mais segurança e mais tranquilidade para quem destina seus resíduos à CTR-PE.


Aterro Industrial Classe I

Instalado em uma área de 20.000m² e composto por células paralelas com capacidade volumétrica de 730.000m³.
Sua vida útil está estimada em 20 anos, condicionada ao volume de resíduos recebidos.
Segundo a NBR 10.004, são considerados resíduos classe I (perigosos): Pilha, bateria, tinta, solvente, inflamáveis, reativos e corrosivos.
O aterro para resíduos perigosos é impermeabilizado com uma sucessão de mantas protetoras de PEAD (Polietileno de Alta Densidade) de 2mm, uma camada base de GCL (manta bentonítica geossintética), camadas de areia entre as mantas de PEAD, uma camada de geocomposto drenante e uma camada de "sacrifício" de BIDIM (geotêxtil não tecido 100% poliéster).
Projetado para proporcionar o máximo de segurança minimizando qualquer risco de contaminação proveniente dos resíduos perigosos. Capacidade operacional para receber até 1.000 toneladas/dia.


Aterro Classe IIA - IIB

Possui topologia construtiva de aterro circular em depressão suave, tendo sua cota inferior a 33m e a cota superior a 110m. Sua concepção básica é composta por células cuja capacidade volumétrica total é de 8.700.000m³ provendo uma capacidade operacional instalada para receber até 3.000 t/dia o que garante uma vida útil de aproximadamente 20 anos.
Classificação NBR 10004:
- II A (não inerte): Resíduos públicos e privados como: Material têxtil, sucata de metais ferrosos e não ferrosos, papel e papelão, borracha, areia de fundição, galhos de árvores, madeira, lodo de estação de tratamento e esgotos entre outros.
- IIB (inerte): Entulhos da construção civil, areia, cimento, gesso, tijolos entre outros.
Estrutura Física:
- Sistema de Impermeabilização de Base: Utilização conjunta de manta de PEAD e camada de segurança com mistura argilo-mineral (Bentonita);
- Sistema de Drenagem: Utilização conjunta de tapete drenante e sistema de espinha de peixe.
- ETE Estação de Tratamento de Efluentes
Todo o chorume gerado no aterro classe II, é totalmente isolado do solo, e drenado por tubulações que canalizam o líquido percolado para as bacias de decantação, onde recebe tratamentos físico-químico e biológico, retornam para a natureza em forma de dentro dos padrões estabelecidos pela legislação ambiental (CONAMA nº 430/2011)

Monitoramento Ambiental

Monitoramento Geotécnico: A partir das leituras da instrumentação geotécnica é possível calcular os recalques totais e parciais ocorridos naturalmente no aterro.

Monitoramento Ambiental: Com base nas análises físico-químicas realizadas nos 11 poços de monitoramento dentro das instalações da CRT-PE, é possível perceber precocemente quaisquer indícios de contaminações no lençol frético e adotar as ações necessárias para eliminar o problema.